domingo, 27 de maio de 2012

VENHA PARTICIPAR!

Venha participar de nossa 3ª Caminhada Ecológica no Parque Três Menina, vamos conhecer o nosso Bioma Cerrado e nossa Biodiversidade. Vocês são nossos convidados, e o cerrado agradece!

sábado, 26 de maio de 2012

Projeto Orquídeas do Cerrado


O Projeto Orquídeas do Cerrado é um projeto de reprodução in vitro no Laboratório Multidisciplinar do Jardim Botânico de Brasília, no qual trabalha com as seguintes espécies: Cattleya labiata, Cattleya amethystoglossa, Cattleya nobilior Epidendrum sp., Cattleya granulosa, Laelia fisteri, Brassolaeliacattleya captain pessoa, Cattleya bicolor, Cyrtopodium cristatum, Zygopetalum mackayi, Mormodes sinuata, Zygopetalum sp., Laelia longipes e Cattleya walkeriana.
A técnica de micropropagação no laboratório, em síntese, consiste na reprodução a partir da semente, sendo que as espécies de orquídeas, embora produzam muitas sementes, nem todas germinam na natureza; com essa técnica o JBB pode garantir a reprodução rápida e eficaz de quase 100% das sementes viáveis.
OBJETIVO DO PROJETO
OBJETIVO GERAL
Promover a propagação de espécies de orquídeas do Cerrado que se encontram ameaçadas de extinção através da técnica de micropropagação, contribuindo, deste modo, para a preservação e conservação do ecossistema regional e para a biodiversidade da flora brasileira.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Foto: Sérgio Monroe
  • Aquisição de mudas de orquídeas para compor a coleção do JBB e reproduzi-las por métodos científicos no laboratório;
  • A utilização sustentável e a conservação das espécies de orquídeas em geral;
  • Cultivar in vitro e aclimatar Orquidáceas, mantendo lotes para reintrodução desta espécie nas Unidades de Proteção Ambiental da região do Cerrado, em parceria com os respectivos Órgãos responsáveis;
·       Implantar o banco de conservação de orquídeas in vitro, cujas amostras ficarão armazenadas em ambiente com temperatura e luminosidade controladas. Os trabalhos desenvolvidos dão ênfase aos estudos populacionais, genéticos, moleculares, citotaxonômicos e de biologia reprodutiva, visando a solução de problemas taxonômicos e de desenvolvimento de estudos filogenéticos, sendo nosso público alvo as áreas de preservação e os produtores. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Visita na chácara de Dona Iolanda

07/05/2012
Equipe de Educação ambiental do Jardim Botânico de Brasilia, visita Dona Iolanda, em sua chácara em Planaltina, visita essa muito proveitosa, já que ela fará parte do documentário produzido pela Equipe de Educação ambiental do JBB.
video

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Projeto Rios Voadores


O Projeto Rios Voadores pesquisa, por meio da análise de amostras de vapor de água coletadas, as massas de ar que provêm da Amazônia e que leva a umidade para outras regiões do Brasil. Essas massas de ar são conhecidas hoje como Rios Voadores.

Estudos recentes têm mostrado uma ligação significante entre o sistema climático amazônico e aquele sobre a Bacia do Rio da Prata.  Poucas pessoas conhecem a existência do transporte do vapor d’água por massas de ar. O volume de vapor de água transportado por esses rios voadores pode ser maior que a vazão de todos os rios do centro-oeste e ter a mesma ordem de grandeza da vazão do rio Amazonas (200.000 m3/s).
O projeto, idealizado por Gérard Moss em colaboração com Prof. Salati e Malgi Moss, busca identificar a origem do vapor de água transportado pelas massas de ar vindos da Amazônia e quantificar o papel da evapotranspiração da floresta amazônica nas chuvas que caem nas regiões mais ao sul.
Diante disso, o Jardim Botânico de Brasília, comprometido com as questões socioambientais, especialmente com os estudos e pesquisas ligados aos aspectos climáticos e a importância das águas, abraçou o projeto Rios Voadores pela contribuição que ele traz a toda sociedade brasileira.   



Cordialmente,
Jardim Botânico de Brasília - JBB
SMDB Conjunto 12 - Área Especial - Lago Sul - Cep: 71.680-001
Fone: (61) 3366-5597 - jardimbotanicodebrasilia@gmail.com
Facebook: Jardim Botânico de Brasília 

terça-feira, 1 de maio de 2012

O Panfleto Ecológico

Crédito da Imagem: Google

  Por Luciana Alves Ribeiro de Carvalho

Em pleno século  XXI, o sistema capitalista encontra-se fortalecido para desarticular ou desmotivar educadores e cidadãos a não implementarem e nem compreenderem as políticas públicas que priorizam a sustentabilidade nas escolas, nas empresas, e nas instituições em geral.
Neste sentido, exemplifico que a maioria das indústrias, empresas, mercados e instituições que formam a cadeia do consumo mostram-se despreparados para atuarem de forma educadora nas cidades. Assim, essas instituições continuam firmando compromissos inadiáveis para a vendagem de produtos e mercadorias a qualquer custo de vida animal e humana.
O capitalismo irracional e bruto atua estrategicamente no planejamento de ações consumistas, promovendo a distribuição de panfletos promocionais nas caixas de correios, nos sinaleiros entre as ruas, nos mercados, nos cinemas e outros lugares para sensibilizar ou aguçar os sentidos humanos a consumirem muito.Esses panfletos capitalistas costumam ser coloridos, brilhosos, alegres, educados e, além de tudo, são produzidos em grande quantidade para poluir nossas cidades.
De fato, o indivíduo pagador dos seus impostos, precisa consumir roupas, sapatos, alimentos, bolsas e vários outros que sejam confortáveis para sua sobrevivência no planeta Terra. Ou seja, todos carecem de subsídios para enfrentar o calor, o frio e qualquer circunstância social que envolva sua morada sustentável.
No entanto, a sociedade se esquece de contabilizar os prejuízos para o futuro do universo como desmatamentos de áreas verdes, poluições do ar, solo, água e uma infinidade de problemas absurdos que afetam a saúde do homem e do meio ambiente.
E ainda pode-se somar aos prejuízos na distribuição dos panfletos, o trabalho infantil, e de pessoas que caem nessa armadilha infeliz, que os faz abrir mão dos seus direitos trabalhistas garantidos pela Constituição Federal.
Como educadora, veja com muita clareza e amor uma educação ambiental que seja implementada pelos governos, empresários, ruralistas, médicos, profissionais no geral, que gerencie o debate dos princípios da Psicologia Ambiental a fim de vislumbrar atividades e projetos educativos para as cidades brasileiras.
A mobilização de trabalhos em parcerias realizadas nas escolas e nos espaços de convivência formal e informal pode auxiliar a tarefa de (re)educar a criança, o adolescente, o idoso, o analfabeto, por meio de recursos pedagógicos como panfletos, jornais, revistas. Para isso, é importante planejar ações e projetos de maneira sustentável, como utilizar papéis reciclados e outros que socializam os problemas e soluções para a natureza. Dessa forma, colaboramos para a democratização das informações ambientais asseguradas  pela Legislação Ambiental.
Enfim, as organizações governamentais e não governamentais podem desenvolver trabalhos coletivos, e tudo amparado pela Legislação Educacional e Ambiental, pois cidadania se realiza com participação democrática, pois o cidadão precisa ver bons exemplos para conhecer a natureza preservá-la com sabedoria.
Você aceita mobilizar amigos e colegas para participar desse eco-desafio e ajudar o nosso planeta?
Acesse para saber mais:
Trabalho Infantil:
Ministério Público faz Campanha contra o Trabalho Infantil:

domingo, 29 de abril de 2012

Entrega das obras do parque jequitibás


Ontem o governador do Distrito federal Agnelo Queiroz o secretário de meio ambiente Eduardo Brandão   o Presidente do Ibram Nilton Reis, entregaram as obras do parque jequitibás para comunidade, assim o  parque terá mais vida, e será bem frequentado pela comunidade de sobradinho e adjacências.

 
 
  • Fotos: Sérgio Monroe

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Meio Ambiente por Inteiro - Educação ambiental

Meio Ambiente por Inteiro


SÁBADO, 14 DE ABRIL DE 2012

Respeitar o meio ambiente desde pequeno é uma tarefa que exige ensino e dedicação. A educação ambiental busca desenvolver nas pessoas valores, conhecimentos, habilidades e atitudes voltadas para a preservação da natureza.

Este é o tema desta edição do Meio Ambiente por Inteiro.

As iniciativas para a execução desses projetos, podem ocorrer dentro das escolas, nas empresas, universidades, repartições públicas em órgãos do governo, ou em entidades ligadas ao meio ambiente.

Fonte TV Justiça: http://www.tvjustica.jus.br/

terça-feira, 20 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Visita dos coordenadores de edcucação integral da SEDF ao Jardim Botânico


28/02/2012

A equipe de Educação ambiental ( GEA) do Jardim botânico do DF ( JBB), recebeu a visita dos coordenadores da Educação integral  da Secretaria de Educação do Distrito federal ( SEDF), com objetivo de firmar parcerias e projetos institucionais afins, que valorize a educação ambiental, bem como a Educação integral. Assim estaremos formando cidadãos para um mundo melhor.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Luciana Ribeiro visita JBB


Hoje tivemos o prazer em  receber a Luciana Ribeiro, 
Pedagoga, Ambientalista, Escritora e 
responsável pelo blog e site Ecopedagogia.
Criadora da personagem Ana folha e a turma do lixão,  na ocasião  a mesma fez uma 
doação de  25 livros de sua autoria  para nosso balaio da leitura. O Balaio estará sempre 
recebendo doações de livros, quem tiver interesse em fazer doações procure-nos ou ligue 
33661438 (GEA) Gerencia de Educação ambiental do JBB.



Leia, critique e dê sugestões inerentes à Educação Financeira e Educação Ambiental.

Link da loja:
http://www.loja.ekoverde.com.br
Blog:www.bela-ecopedagogia.blogspot.com

FONTE: Sérgio Monoe

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Atividade hoje hoje no JBB


07/02/2012

Crianças do centro de convivência do Riacho fundo 1, participaram de atividade no JBB das 09:00 hs as 12:00Hs. Tiveram palestra sobre o cerrado e no decorrer da trilha conheceram algumas especie de árvores tipicas do cerrado, ( Pequi, sucupira, jatobá, cagaita), foi um dia muito produtivo para todos...sairam satisfeitos com um pouco do aprendizado.
Fonte: Sérgio Monroe

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Plantio realizado no Parque 3 Meninas em Samambaia DF

24/012012
Funcionários do Jardim Botânico de Brasília,  e do Parque Três Meninas,  e membros da comunidade, realizaram um plantio de  40 mudas  de pequi,  em uma área no parque, onde existiam apenas duas arvores desta espécie. A intenção do grupo, é que no futuro, estas mudas cheguem a fase adultas e sejam preservadas pelas novas gerações, também serviram  de incentivo para preservação da área e estudos para alunos de escolas publicas e privadas e comunidade em geral.
A intenção do grupo é de fazer  o levantamento de outras espécie  do Cerrado  existente no parque.
Pequi
Caryocar brasiliense Cambess.
Outros nomes regionais e locais são piqui, piquiá-bravo, amêndoa-de-espinho, grão-de-cavalo, pequiá, pequiá-pedra, pequerim, suari e piquiá.
Família Caryocaraceae


Adicionar legenda
                                                                                           






segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Manifestação reivindica penas rigorosas para quem agride animais


Bruno Silva


Publicação: 23/01/2012 07:18 Atualização: 23/01/2012 07:20




Os manifestantes levaram faixas de protesto, camisetas, além de bichos de estimação, como cães e gatos

Entidades protetoras e donos de cães e gatos organizaram na manhã de ontem, na Praça das Fontes, em frente à Torre de TV, um protesto contra a violência a animais. Cerca de 500 pessoas compareceram à manifestação, que tinha como mote a frase Crueldade nunca mais. O evento foi realizado em cerca de 180 cidades em todo o país, na Inglaterra e nos Estados Unidos. A principal reivindicação dos grupos é a aplicação de penas mais rigorosas a quem maltrata cães, gatos e outros bichos de estimação.

Em Brasília, o evento ganhou força por conta de dois casos recentes: o da enfermeira de 22 anos que foi indiciada pela Polícia Civil de Formosa (GO) na última quarta-feira, após ter sido acusada de torturar uma cadela da raça yorkshire até a morte (veja a memória); e o de um cachorro encontrado morto por enforcamento em uma árvore no Jardim Ingá, em Luziânia (GO), no último dia 15.

“A importância do evento é mostrar para a sociedade que precisamos de leis mais justas”, explicou Rosângela Betânia, voluntária do Abrigo Augusto, localizado a poucos metros do local onde foi encontrado o cão enforcado no Jardim Ingá. “Enquanto não houver cadeia para quem comete maus-tratos como o da enfermeira que espancou a yorkshire, a situação não vai mudar.” No Abrigo Augusto, vivem cachorros com problemas como câncer, além de vítimas de tortura. O cãozinho Minhoca é um dos mais conhecidos do local. Ele perdeu as duas patas traseiras depois de um atropelamento e ganhou o carinho dos voluntários.

Além de pedirem mais rigor na legislação, que atualmente prevê prisão de três meses a um ano e multa, os grupos também querem mais eficiência na hora de investigar maus-tratos em animais de estimação. “Por conta de toda a exposição que a violência contra a yorkshire teve, a lei foi cumprida. Se todos forem assim, já é um grande passo, mas não queremos que seja necessária uma comoção pública para que casos como esse sejam investigados”, disse a fundadora e diretora-geral da Associação Protetora dos Animais do DF (ProAnima), Simone de Lima.

Como a manifestação foi divulgada pelas redes sociais, muitos donos de cães e gatos também marcaram presença no local, como a funcionária pública Ana Júlia Massarotto, 23 anos. “Temos que tentar acabar com isso. Não consigo nem ver notícias que falam sobre maus-tratos em animais”, contou a servidora, que aproveitou para levar seu cão para passear.

Dona de um yorkshire de 14 anos, a gerente administrativa Denise Pimentel, 49 anos, pediu mais respeito com os bichos. “O animal é um ser vivo e faz parte da família. Temos que tratar esses seres com dignidade e as leis precisam ser revistas.”

O tom era de cobrança por ações mais eficazes do governo. “Nós sabemos que isso acontece com frequência. Temos que ter uma legislação mais rigorosa O bicho não pode ser tratado como um brinquedo”, defendeu o servidor público Sérgio Monroe, 48 anos, que levou a família à manifestação. “Achei uma crueldade o que foi feito com o yorkshire”, completou sua esposa, a autônoma Rejane Reis, 38. “O animal é como uma criança. Não sabe se defender e tem que ter carinho e atenção.”
 O que diz a lei
O artigo 32 da Lei nº 9.605, de 1998, a Lei dos Crimes Ambientais, determina que é crime maltratar animais no Brasil. A pena prevista é detenção de três meses a um ano e multa, mas pode aumentar em até seis meses se houver morte. No caso do espancamento da yorkshire, como a ação se desenrolou na presença de uma criança, para a polícia, a enfermeira infringiu também o artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que considera crime a exposição de um menor de 18 anos a constrangimento e vexame. A pena prevista varia de dois a três anos de prisão.

Memória
Em meados de dezembro do ano passado, um vídeo publicado na internet mostrou uma enfermeira de 22 anos agredindo sistematicamente uma cadela da raça yorkshire até a morte, na frente da filha, de 1 ano. O vídeo causou grande comoção em redes sociais. Moradores do prédio onde a crueldade contra o animal foi filmada afirmaram ao Correio que a mulher batia no animal desde que o adquiriu. Na última quarta-feira, a enfermeira foi indiciada pela Polícia Civil de Formosa (GO) e responderá a processo por maus-tratos aos animais, com o agravante de ter ferido o cão mais de uma vez, além do constrangimento imposto à filha. Se condenada, ela pode pegar uma pena de até cinco anos e seis meses de prisão.

Mobilização pelo Brasil
Os protestos em defesa dos animais mobilizaram também moradores de outras cidades. Em São Paulo, o encontro aconteceu na Avenida Paulista e reuniu cerca de 5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Os participantes levaram cartazes, faixas, camisetas e, claro, seus animais de estimação. A manifestação começou ontem de manhã e terminou por volta das 13h. A concentração foi em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), mesmo local do término da caminhada. Assim como nas outras cidades, o principal argumento dos paulistas era o aumento das penas para quem maltrata animais.

No Rio de Janeiro, o ponto de encontro dos defensores dos direitos dos animais foi a praia de Copacabana, de onde os manifestantes caminharam até a Rua Santa Clara. Eles reivindicavam que o governo crie uma delegacia especializada no combate aos maus-tratos contra os bichos, além de punições mais severas para os criminosos. Os participantes fizeram um abaixo-assinado. Em Manaus, o ato aconteceu na Avenida da Ponta Negra e reuniu cerca de 300 pessoas.

Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Atividades no Jardim Botânico de Brasília


17/01/2012
 Cerca de 40 Crianças do Centro de convivência de Sobradinha, participaram de atividades No Jbb, com palestras sobre o uso racional da Água e sobre a preservação do nosso Cerrado, fauna e flora,  logo em seguida fizeram uma caminhada na  trilha Ecológica, e conheceram varias especies de árvores, tudo isso  acompanhados de Educadores Ambientais do JBB.
 

18/01/2012

Cerca de 30 crianças do centro convivência de Brazlandia chegaram cedo para também fazer as mesmas atividades, mais devido as chuvas ocorridas hoje, não foi possivel, ficou para uma próxima oportunidade.

 

Fonte: Sérgio Monroe/ Cesar Augusto

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Moradores Cobram melhorias

Moradores reclamam das calçadas irregulares em Samambaia
Além das calçadas, eles reclamam do lixo e mato espalhados pela cidade. Também tem a falta de luz em alguns lugares, falta de segurança e um portão que vem tirando o sono dos moradores.

O aposentado Eurânio Batista Alves adora morar em Samambaia, mas o orgulho fica abalado ao caminhar pelas calçadas irregulares da vizinhança. Ele teve a perna encurtada depois de um acidente, o que deixa o trajeto ainda mais difícil. “Não só para mim, mas a maioria dos idosos passa por dificuldade, porque tem que andar pela rua no meio dos carros correndo o maior perigo”, fala.

Na quadra 412 de Samambaia Norte, o problema é o portão de uma das maiores escolas da vizinhança. Ele fica bem no meio da rua e nos horários em que o fluxo de alunos é intenso, os moradores não conseguem entrar ou sair de casa. “Meu esposo teve que voltar da esquina da rua porque não teve condições de passar”, contra a dona de casa Antônia Alves de Oliveira. “Tem que esperar para poder sair, se for uma emergência é capaz de morrer”, completa uma mulher.

Como não dá para alargar a rua, o líder comunitário Sérgio Monroe aponta uma solução para mudar o portão de lugar. “Na lateral da escola existe uma área que pode ser pavimentada e criar estacionamento e colocar um portão para o acesso dos alunos”, explica. A comunidade já tinha proposto a mudança há algum tempo. “Desde 2005 estamos lutando para que vejam os nossos problemas, mas não conseguimos”, afirma o aposentado Antônio Fernandes.

Um dos problemas da cidade são as entre quadras, algumas têm luz, mas outra não têm iluminação e o mato está alto. “Nesta quadra [406] tem luz, mas nas outras não têm e a grama está enorme. Durante o dia é comum você ser assaltada e a polícia não tem acesso a este local”, conta a bancária Marluce Barbosa.

Entre a 404 e a 406, o visual não é agradável. Os moradores estão de frente para uma área pública que poderia ser um local de lazer, mas o abuso é geral. “É terrível, a gente fica até envergonhado de receber visita devido à aparência e o mau cheiro do lixo acumulado. Às vezes eles retiram o entulho, mas voltam a jogar no mesmo local. Então não tem uma solução definitiva e a gente sempre convivendo com esse incômodo”, conta o militar Rubens Pinheiro.


Você pode mandar sugestões de reportagens, contar curiosidades, relatar problemas para o e-mail do Bom Dia DF: bomdiadf@redeglobo.com.br. São Sebastião é a cidade tema da reportagem da próxima segunda-feira.


Fonte:Globo - DF
Renata Costa / Vanderlei Maciel

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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

No Jardim Botânico, mostra de fotografias homenageia parques nacionais brasileiros

(20/12/2011 - 17:34)


Foi lançada nesta terça-feira, 20 de dezembro, no Jardim Botânico de Brasília (JBB) a exposição fotográfica Patrimônios Naturais - Edição Parques Nacionais Brasileiros. Promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a mostra reúne 23 paineis com imagens registradas por 11 fotógrafos.
Parque Nacional de Anavilhanas: registrada pelas lentes do fotógrafo Marcos Amend, a imagem integra a exposição. O Parque é um arquipélago fluvial, com 400 ilhas, situado no rio Negro
O lançamento da mostra aconteceu às 10 horas no Centro de Visitantes do JBB. A exposição segue até 30 de janeiro.

 
Fonte:Ibram

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Artistas e comunidade comemoram a destinação da área do Complexo Cultural Samambaia

O dia 20/12/2011 entra para a história do movimento artístico a cultural do Distrito Federal e Entorno, coroando de êxito o pleito de quatro anos ininterruptos, coordenado pelo Conselho Regional de Cultura: a implantação do Complexo Cultural Samambaia. Nesse dia memorável foi designado, pelo GDF, o lote 02, conjunto 04, quadra 102, Centro Urbano, com 14.089,15 metros quadrados,  para a implantação desse Equipamento Público Urbano - EPU, essencial ao desenvolvimento artístico, cultural e turístico da região.

A notícia está expressa no Ofício nº 213.002.658/2011 da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano – SEDHAB/GDF, assinado pelo Secretário-Adjunto, Rafael Oliveira, ao Administrador Regional de Samambaia, Risomar Carvalho. A comunidade foi informada dessa decisão do GDF, na Reunião Ordinária do Conselho Regional de Cultura, ocorrida no Acampamento Cultural que pleiteava justamente a destinação da área para a construção do Complexo Cultural Samambaia.

Em nome do governador Agnelo Queiroz, do Vice-governador Tadeu Filippelli e dos secretários de estado Geraldo Magela (SEDHAB) e Hamilton Pereira (Cultura), Risomar Carvalho e Rafael Oliveira informaram ainda que, além do Teatro, Biblioteca, Cinema, Auditório, Galeria de Artes, Estúdios de Audiovisual, Oficinas Cenotécnicas, Anfiteatro e Escola de Artes e Ofícios, o Complexo Cultural Samambaia agregará também um Centro de Referência da Juventude, com Alojamentos para abrigar estudantes e artistas do mundo inteiro, em projetos de intercâmbio sociocultural no Distrito Federal.

O administrador e o secretário adjunto informaram ainda que em meados de janeiro de 2012 começam os trabalhos para a construção do Complexo Cultural Samambaia. Até julho de 2012 deverá estar pronto e aprovado o projeto arquitetônico e de engenharia. Até o final de 2012 deverá estar concluída a primeira etapa da obra, para a qual já estão destinados cinco milhões de reais do Fundo de Desenvolvimento urbano – FUNDURB/SEDHAB.

Acampados desde o último sábado, 17/12/2011, no Centro Urbano de Samambaia, agora os artistas deixam de reivindicar a destinação da área e passam a comemorar o sucesso do pleito, até o último dia do acampamento, quinta feira, 22/12/2012. Contatos: (61) 9214.1991 (Marília de Abreu); 8414.1877 (Miguel Mariano); 8528.3897 (Nilson); 9228.3902 (Domício Chaves); 9908.4963 (Skartazini).

 Repórter: Élton Skartazini

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Parque da Asa Sul está aberto à comunidade

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
Secretaria de Estado de Comunicação Social


Agnelo Queiroz inaugurou a primeira etapa das obras do parque que aguardava estrutura para uso comunitário desde 2003. Resultado de parceria entre os setores público e privado, o espaço faz parte do programa Brasília, Cidade Parque

Brasília, 17 de dezembro de 2011 – O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado pela primeira dama, Ilza Queiroz, inaugurou neste sábado a primeira etapa das obras de implementação do Parque de Uso Múltiplo da Asa Sul. Situado entre as vias L2 e L4, nas quadras 613 e 614, o parque foi criado em 2003 e possui 24,7 hectares. O local, que antes estava abandonado e não podia ser utilizado pela comunidade residente, a partir de agora será lugar para a prática de atividades físicas e lazer em contato com a natureza, a exemplo do que ocorre no parque Olhos d´água, da Asa Norte.


A consolidação das obras é resultado da parceria entre os setores público e privado, firmado entre a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Novacap, Administração de Brasília, Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), LBValor Empreendimentos e João Fortes Engenharia, entre outros parceiros. Além dos idealizadores do projeto e representantes dos parceiros, o evento contou com a presença do vice-governador Tadeu Filippelli, do senador Rodrigo Rollenberg, e do secretário de Turismo, Luiz Otávio.

“Este parque é uma conquista histórica e extraordinária da comunidade do Distrito Federal. Apesar de estar localizado na Asa Sul, é um espaço aberto a toda a população do DF”, enfatizou Agnelo Queiroz. “Nosso projeto é transformar Brasília em uma cidade-parque. Para isso, vamos recuperar 68 parques e 22 unidades de preservação ambiental até 2014”, adiantou o governador.

O presidente do Ibram, Milton Reis, explica que nessa primeira etapa, a preocupação foi colocar um circuito inteligente de caminhada e um playground (conjunto de brinquedos para crianças), além de duas quadras de esportes. “Essa etapa é para que a população se aproprie do parque e comece já a usá-lo”, incentivou.

O secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Eduardo Brandão, reafirmou que este passo faz parte de um projeto maior, que será levado aos demais espaços do DF, por meio do programa Brasília, Cidade Parque. Inspirado nos ideais de Lúcio Costa e concebido por Brandão, o programa tem por objetivo implantar parques ecológicos e unidades de conservação do Distrito Federal de forma sustentável, com o apoio de instituições públicas e privadas.

Para isso, são utilizados mecanismos como as Compensações Ambientais e Florestais, que são retribuições financeiras aos impactos sofridos pelo meio ambiente, identificados no processo de licenciamento ambiental no momento da implantação de empreendimentos.

De acordo com o administrador de Brasília, Messias de Souza, a consolidação do parque da Asa Sul marca um passo importante na política determinada pelo governo no início da gestão. “Este governo está retirando do papel os inúmeros parques destinados apenas nos planos, nas escrituras, para colocá-los à disposição da sociedade”, afirmou.

Moradores das quadras vizinhas, crianças, idosos, estudantes do Iesb e membros da Associação Amigos do Parque comemoraram a conquista do espaço de lazer, que conta com uma nascente e uma lagoa no centro de sua área. Entre essas pessoas estava a aposentada Elda Ferreira, moradora de uma quadra próxima, satisfeita com o novo perfil do espaço, que segundo ela até então freqüentado por marginais e usuários de drogas.

Natal Socioambiental – Durante a inauguração das obras, ocorreu ainda a entrega das doações do Natal Socioambiental, que foi uma ação de solidariedade em favor de 100 crianças da Casa de Ismael e da Casa da Criança Ana Maria Ribeiro, localizadas na Asa Norte e na Ceilândia Sul, respectivamente. Também foram presenteados 30 idosos da Unidade de Acolhimento da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), localizado ao lado do parque.

A ação envolveu várias instituições públicas e privadas que reagiram às cartinhas escritas pelas crianças e pelos idosos. Todos eles tiveram o seu pedido atendido e receberam os presentes das mãos das autoridades presentes ao evento, dos servidores da Semarh, do Ibram e demais parceiros.

Policiamento ambiental – O Batalhão de Polícia Militar Ambiental também aproveitou a ocasião para lançar o Plano de Policiamento Ambiental para 2012, que tem como objetivo definir as diretrizes a serem adotadas na manutenção da ordem pública e ambiental no Distrito Federal.

Já na primeira fase do plano, serão contemplados os Parques Ecológicos de Águas Claras; Jequitibás, em Sobradinho; Ezequias Heringer, no Guará; Veredinhas, em Brazilândia; Olhos d´Água, na Asa Norte; Dom Bosco, no Lago Sul; Saburo Onoyana, em Taguatinga; Vale do Amanhecer e Sucupira, em Planaltina, e o Parque Recreativo do Gama.

Serão empregados na execução do novo plano cerca de 100 policiais militares, distribuídos em 16 viaturas, dez motocicletas, dez bicicletas, quatro embarcações, um helicóptero e um avião.

“Nós, policiais militares, estamos inseridos nesse projeto e temos interesse em formar parcerias, fazendo interação com a comunidade”, afirmou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Paulo Roberto Rosback. “Hoje o parque é um espaço que agrega pessoas de todas as idades, desde o idoso até a criança, então é um fórum em que nós temos que estar incluídos, porque nós também fazemos parte da comunidade”, assegurou.



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Mais detalhes
Plantão: 8400 7601
Secretaria de Comunicação
Governo do Distrito Federal
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